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'Para não enrolar a (e na) língua'
O executivo da Go Getter, Arthur Bezerra, fala sobre aprender inglês ao Jornal Folha de São Paulo.
O jornal A Folha de S. Paulo publicou, na edição deste domingo, 27, uma matéria especial sobre idiomas, intitulada ‘Para não enrolar a (e na) língua’.
A reportagem diz que conhecer outra língua intensifica as chances de ingresso e sucesso na carreira, principalmente com a proximidade da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos no Brasil, nos próximos anos.
E quem fala sobre o assunto em nome do Ometz Group é o executivo da Go Getter, Arthur Bezerra. “Só o governo brasileiro planeja investir cerca de R$ 1,59 trilhão entre 2011 e 2016, via PAC, em obras de logística, energia e núcleo social urbano. Isso dá a noção do volume de oportunidades e riqueza que serão criadas antes, durante e após os eventos, em áreas como negócios, turismo, hotelaria, transportes e construção”.
De acordo com o texto, mesmo quem quiser trabalhar como voluntário durante a Copa precisará conhecer outro idioma. “O Brasil deverá alcançar o posto de quinta maior economia do mundo nos próximos cinco anos. Assim, a proficiência no idioma, especialmente o inglês, é imprescindível para qualquer profissional que postule uma vaga ou promoção em empresa internacional”, diz Bezerra.
“Hoje, mesmo as companhias nacionais demandam inglês fluente na contratação, seja por benchmarking, seja por antecipação ao jogo global”, complementou o executivo, observando que cerca de 3% dos brasileiros têm alguma fluência no idioma.
“A maioria se enquadra no nível básico para intermediário. Portanto, ter conhecimento avançado nessa língua ainda é um diferencial bastante competitivo para galgar postos mais altos”, ressaltou.
A reportagem enfatiza que o tempo para se chegar à fluência é variável em razão de fatores como o tipo de abordagem de ensino. “O Ometz Group (que reúne as marcas Wise Up, You Move, Lexical e Go Getter), por exemplo, quer formar um comunicador e não um professor de inglês”, publicou o jornal. “É possível levar um aluno adulto à fluência em até 18 meses com cerca de 450 horas de estudo”, garante Bezerra, na matéria.
Além disso, o executivo do Grupo destaca que o aluno deve ter em mente que o aprendizado não pode ficar restrito às aulas presenciais. “Ele deve cercar-se do idioma em atividades extracurriculares, como música, TV, shows, filmes e viagens. Isso tudo ajuda na sedimentação do idioma por meio de conexões com a realidade, além de motivar o estudante”.
Náthalli Antoniolli