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09.12.2011
Educação multimídia
Nossos projetos e materiais estão cada vez mais tecnológicos. -
21.11.2011
Flight Control 3 em produção
Sérgio Barreto, Mayenne Tannús e Fabiana Andrade falam sobre o novo material. -
18.10.2011
Go Getter e Toyota juntas
Empresas fecham contrato a fim de qualificar funcionários no inglês. -
30.05.2011
GG assina contrato com Albert Einstein
Hospital passa a ser o mais novo cliente da marca; RH da instituição acredita que a parceria vai trazer bons resultados. -
18.05.2011
A Go Getter não para de crescer
Marca está em plena expansão em São Paulo e é referência no meio corporativo. -
18.03.2011
'Para não enrolar a (e na) língua'
O executivo da Go Getter, Arthur Bezerra, fala sobre aprender inglês ao Jornal Folha de São Paulo.
Educação multimídia
Nossos projetos e materiais estão cada vez mais tecnológicos.
Quem tem mais de 20 anos, certamente, lembra-se da máquina de datilografia, afinal, assim vinham as nossas provas em sala de aula, que eram copiadas no mimeógrafo. Também não dá para esquecer as famosas cartilhas e cadernos de caligrafia. Aos poucos, vimos a tecnologia sendo inserida no nosso cotidiano educacional e hoje o ensino – em muitos casos – se dá quase que exclusivamente por meio dela.
“Hoje em dia, não tem mais como separar a tecnologia do nosso cotidiano. Ferramentas digitais nos ajudam cada vez mais, tornando um conteúdo antes limitado a páginas de livro em um universo pluriforme”, diz Edu Rocha.
Se até algum tempo atrás o ensino se resumia a livros, idas à biblioteca, maquetes e trabalhos em cartolina, hoje, isso é muito mais amplo. “Podemos ensinar através de vídeos, atividades online que são corrigidas no mesmo momento e que dão dicas para alunos, tags que direcionam os curiosos a novas fontes etc. Todo esse vocabulário faz parte da vida”, explica ele.
Conforme Sérgio Barreto, diretor de pesquisa e desenvolvimento do Ometz Group, do qual a Go Getter faz parte, desde o final do século passado, temos uma mudança de sensibilidade na maneira com que as pessoas percebem o mundo e, com isso, as forças de ensinar e aprender também mudaram. “Trabalhar com vários estímulos e inteligências é essencial para que um projeto educacional seja moderno e antenado com o momento que vivemos”.
Apesar da crescente e do grande número de adeptos, ainda há os céticos que julgam que a tecnologia leva ao “emburrecimento”, já que afirmam que as pessoas precisam pensar e imaginar menos, pois tem tudo mastigado. “Eu penso o exato oposto. A tecnologia facilita o acesso ao conhecimento. Através dela, entramos em contato com novas percepções, culturas e informações que antes não eram possíveis ou eram mais demoradas”, afirma Edu.
No P&D, a tentativa é de cada vez mais abraçar o conceito de educação digital de forma que se possa aproveitar ao máximo o que a tecnologia oferece para ensinar. “Ainda estamos caminhando a passos pequenos, mas todos os nossos projetos não podem ser pensados sem as várias mídias. Hoje, o nosso público lê o jornal num tablet, acessa os e-mails num smartphone e ouve músicas via streaming. Esse público se torna cada vez mais exigente e interessado na tecnologia, por isso, temos sempre que ficar atentos ao mais novo e tomar para si todo esse vocabulário e as ferramentas high-tech”, diz ele.
Lucimara Savi